Autoridades acadêmicas prestigiam a abertura do XII Abrapcorp em Goiânia

AUTORIDADES ACADÊMICAS PRESTIGIAM A ABERTURA DO XII ABRAPCORP EM GOIÂNIA

 

Professora da Universidade de Oregon, Donnalyn Pompper, ministrou conferência magna sobre comunicação e diversidade

A solenidade de abertura oficial do XII Abrapcorp aconteceu na noite dessa quarta-feira (16/05) no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás e contou com a presença de membros da entidade e autoridades, incluindo Jesiel Freitas Carvalho, pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFG, Angelita Lima, diretora da FIC/UFG, Maria José Oliveira, presidente da Abrapcorp, Margarida M. K. Kunsch, pró-reitora adjunta da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e fundadora da Abrapcorp, e Tiago Mainieri, coordenador local da Abrapcorp e docente da UFMG.

Durante o evento, foram apresentados os ganhadores do Prêmio Abrapcorp de Teses, Dissertações e Monografias. O estudante egresso da PUC-RS, Lucas da Costa Pimenta, foi premiado na categoria monografias. Na categoria dissertações, a mestra Flavia Barroso de Mello, da UERJ, foi vencedora. Já na categoria teses, o trabalho premiado foi Daniel Reis Silva, da UFMG. Também foi apresentado ao público o Prêmio Valor em homenagem póstuma a Roberto Porto Simões com a presença de seu filho Jefferson Simões.

O evento terminou com a conferência magna sobre comunicação interna, Relações Públicas e diversidade, proferida por Donnalyn Pompper, professora da Universidade de Oregon (EUA) e palestrante convidada do XII Abrapcorp. Na conferência, a especialista afirmou que está motivando as organizações a trabalhar a diversidade de forma ética. Esse comportamento deve causar um impacto positivo nas pessoas, no planeta e nas relações públicas. A diversidade precisa ser encorajada por meio de mudanças. As pessoas são contratadas, porém, não atingem sua capacidade máxima, pois não são apoiadas e nem motivadas e acabam por deixar as organizações. Os profissionais de RP não podem promover práticas irresponsáveis, mesmo que as organizações utilizem dessas práticas. As mulheres, no âmbito profissional, por exemplo, ainda estão na parte baixa da pirâmide hierárquica. Esse fato afeta diretamente o sucesso das mulheres e é uma questão constante nas organizações. A palestrante ressaltou ainda que não se podem esquecer os casos de homofobia, racismo e sexismo, entre outros “ismos”. É importante que tanto os profissionais já ativos no mercado quanto os estudantes de RP saibam trabalhar como ativistas dentro das organizações, compartilhando atitudes e informações e, assim, incentivando todas a agirem de maneira ética.

Quarta-feira, 16 de Maio de 2018.